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Segunda-feira, 2 Dezembro, 2024
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Os suecos são mesmo muito burros

(podem até ser muito ricos, mas…)

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Os suecos não percebem nada, mesmo nada, da Alma Lusitana.

Vendo-se aflitos, trataram de provocar Ronaldo, desconhecendo que isso ainda lhe iria aumentar o ego, o amor próprio, o desejo de vencer.
Depois, trataram de contratar uma banda musical para “animar” a chegada da selecção portuguesa ao hotel e inventaram o “folhetim” do jogo ser disputado com o tecto do estádio aberto ou fechado.
E como ainda não estavam satisfeito, trataram de assobiar o hino português! [Eu até gosto da Suécia, dos suecos e da suecas. Mas eles, ontem, desceram muito baixo. Foram porcos, pronto.]
Tudo isto foi uma motivação extra para os portugueses. Só quem não nos conhece é que poderia pensar o contrário.
Ontem só havia dois factores a favor de Portugal: a habitual capacidade de desenrascanço (e quanto mais “em cima da hora” melhor!) e… Cristiano Ronaldo.
Todos os outros factores eram adversos: a qualidade (pouco acima da mediania, mas com um ou dois “trunfos”) dos suecos, o facto de jogarem em casa e… o seleccionador português ser Paulo Bento.
Obviamente, estou satisfeito com a vitória de Portugal. Mas, como esta tarde escreveu o Sérgio Ferreira Borges, «Eu gostava muito que Portugal conseguisse o apuramento para o Mundial. Gosto muito de bom futebol e detesto o mau. Mas, depois, vem a alienação total, 24 horas por dia a ouvir falar de futebol, os comentadores políticos viram comentadores desportivos, as bandeirinhas às janelas das casas e dos automóveis. E a ameaça de levarmos com o Paulo Bento por mais quatro anos. Um terror!».
A tudo isto acrescento os salários obscenos do presidente da FPF e dos vice-presidentes (um dos quais, João Pinto, nunca deveria lá ter posto os pés, depois das cenas vergonhosas no “Mundial” da Coreia/Japão e do “folhetim” que se seguiu). Paciência.
Portugal vai estar no Brasil. E foi tudo «limpinho, limpinho».
Muito mais transparente do que naquele Portugal-Rússia, no Estádio da Luz, em 1983, que levou os “Patrícios” (que raio de nome!) ao “Europeu” de França. Eu estive lá, vi o jogo “ao natural” (e à chuva…) e fiz a crónica para o “Notícias da Tarde”.
Hoje, embora estivesse a jantar, pareceu-me tudo certinho: Ronaldo carregou Portugal aos ombros e leva-nos a repetir a viagem de Pedro Álvares Cabral em 1500.
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