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Antigos Orfeonistas cantam Coimbra e a Solidariedade

LUIZ MIGUEL SANTIAGO *

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Fundado em 1980, por homens que cantaram no “Orfeon Académico de Coimbra”, o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra tem desenvolvido, ao longo dos seus 33 anos, intensa actividade cultural.

Considerado “embaixador da Universidade de Coimbra” por decreto do reitor Rui Alarcão, o Coro tem abraçado muitas causas, a última das quais a solidariedade para com duas associações que, em Coimbra, se dedicam a ajudar o próximo, como foram os casos da Ergue-te e da ADAV.

A “causa” teve lugar na Sé Nova de Coimbra, ema 14 de Dezembro de 2013, tendo sido convidados o Coro Municipal Carlos Seixas, o Grupo Folclórico de Coimbra e ainda o guitarra Bruno Costa, o viola Nuno Botelho e o cantor Nuno Silva.

Assim, numa simbiose de Coimbra com a sua cultura (O Coro dos Antigos Orfeonistas e os poemas recitados) e a sua Cidadania (o Grupo Folclórico e o Coro Carlos Seixas), foi possível congregar apoios da Universidade de Coimbra e da CGD para uma noite em que a Sé Nova encheu e as entidades apoiadas receberam os bens de que precisavam em grande quantidade (a ADAV) e em espécie (a Ergue-te, para manter viva a formação profissional). E foi uma bela função.

Se, como presidente da Direcção do Coro dos Antigos Orfeonistas, falo deste concerto, é porque apesar da Sé estar cheia, o concerto teve pequena repercussão na comunicação social tradicional. E não foi este o único concerto que o Coro realizou em 2013 para angariar fundos, pois cantámos para mais três instituições em Coimbra. E também cantámos, em Coimbra e em Lisboa, e nos empenhámos a sério na promoção da Candidatura da Sofia, da Alta e da Universidade a património da UNESCO, como um dos membros da RUAS.

É assim que um conjunto de Antigos Orfeonistas, de gerações distintas e de vontades várias, consegue, pelo seu trabalho de ensaio bi-semanal, manter-se em cumprimento do que é a ALMA MATER da Universidade de Coimbra: o respeito, a solidariedade, o companheirismo entre todos, qual verdadeira fraternidade. E, de facto, este ano foram 25 concertos!

Ao “Coimbra Jornal”, entidade que todos bem queremos que floresça, cresça e dê frutos, o Coro abre as suas portas. Temos de facto uma Sede bem interessante de ver, sendo todos os colaboradores bem-vindos para nos ver e ouvir ensaiar, bem como para connosco conviver no fim do ensaio e também planear o que de bom e de bem na vida se pode fazer.

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* Médico. Doutorado em Medicina. Presidente da Direcção do Coro dos Antigos Orfeonistas de Coimbra

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