MÁRIO MARTINS

Anteontem, dia 13, muito perto da meia-noite, publiquei o texto “Um jornalista também pode chorar”, que 40 horas depois regista perto de 1.300 visualizações.
Propositadamente, reproduzi a página do Jornal de Notícias numa imagem de pouca qualidade, porque não conseguira contactar a principal protagonista e não sabia até que ponto iria gostar (ou não) da minha “memória profissional” do assunto.
Ontem, a filha (a criança que a mulher-polícia foi resgatar ao Brasil há 22 anos) pediu-me amizade no Facebook, partilhou o texto e elogiou publicamente a mãe. Hoje, a heroína da história enviou uma mensagem enternecedora, onde refere que «graças a si, esta parte da minha vida foi tornada pública, de uma forma tão linda, original, sublime e própria como tudo o que faz».
Agora, portanto, reproduzo aqui a página 6 do Jornal de Notícias de 13 de Abril de 1992, com qualidade que permite a leitura.
Confesso que ainda não ganhei coragem para voltar a ler o que escrevi há mais de 20 anos.

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(clique na imagem para ampliar; quando abrir, volte a clicar)

O TEXTO INICIAL

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